Eu não estava nua, claro. Tinha um corpete firme e um saiote tão grande que parecia ter sido projetado para armazenar suprimentos para seis meses de inverno. Mas ver Demir ali, com os olhos fechados, respirando fundo, me respeitando como se eu estivesse completamente exposta diante dele… aquilo me deu coragem.
Coragem de verdade. Daquelas que fazem a gente esquecer que quase desmaiou cinco minutos antes.
Levantei as mãos, ainda trêmulas, e toquei o peito dele. A camisa tradicional branca estava