ISABELLA
A música muda. Eu gelo. A valsa… tem que ser coisa da minha querida mãe!
Saiu a percussão turca forte, entrou a melodia suave, orquestral, aquela que anuncia:
“É agora. A valsa. O momento que ninguém escapa.”
As luzes baixam, o salão se reorganiza, e todos dão um passo para trás, criando um círculo perfeito ao redor dos dois casais.
Demir estende a mão para mim.
Com calma.
Com reverência.
E com aquele olhar de homem que reza para não ser assassinado pelo sogro na frente de 300 convidad