Após chorarmos todas as lágrimas permitidas pela tradição (e algumas extras só para garantir que as tias tivessem assunto por meses), fomos conduzidos ao salão principal, onde o casamento civil aconteceria.
O ambiente era sóbrio, elegante e… intimidante.
A mesa do hakim — o juiz civil autorizado pelo governo — estava disposta no centro.
Nas laterais, cadeiras alinhadas para as mulheres mais velhas da família: tias, avós, madrinhas, vizinhas que viraram parentes honorárias, todas com postura d