Eu sabia… sabia que o quarto de núpcias estava preparado como mandava a tradição muçulmana:
Lençóis novos (porque pureza é símbolo), flores espalhadas como oferenda perfumada, incenso de lótus queimando devagar, duas xícaras do çay fumegando numa bandeja de cobre, e o maldito travesseiro decorado com fios dourados que gritava:
“Boa sorte fugindo disso, querida.”
Mas eu não queria subir.
Cada convidado que se levantava para ir embora, cada beijo na minha testa, cada “Alláh abençoe vocês”, me dei