Mundo ficciónIniciar sesiónAyla alinhou os sapatos junto à parede antes de fechar a porta. O gesto era automático, parte de uma disciplina antiga que não precisava de esforço consciente.
Entrou sem acender as luzes. Não precisava. Os sentidos ainda estavam atentos demais para depender de claridade artificial.
Pendurou a bolsa no lugar, lavou as mãos na cozinha e serviu um copo d’água. Bebeu devagar, deixando o silêncio da casa se acomodar ao red







