Capt.21

- Ei, Ó da torre! – espero, uma velhota olha-me assustada da sua soleira e entra em casa. Não deve ser costume bater a esta porta, afinal era o forte de uma força ocupante estrangeira, relembro a conversa com Sardenna: “ - como vieste parar aqui?

- Nem eu sei bem. – um dia estava a lavar o chão de mármore e fui chamada ao atrium, lá estava meu amo, um suevo e mais um padre com um cicatriz na face, discutiam em latim apontando para uma moiça luso-romana que vestia um vesti

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