Capt. 17

- Ei! tem calma, não me magoes. – Puxo-lhe os cabelos. Ela mais calma, baixa a cabeça e suporta a dor do seu recto, abrindo-se perante a investida do meu bacamarte. Sinto algo húmido a ceder, possivelmente um caudal de sangue que abrira. Pônho-me violentamente a estucá-la. Ela tremia e chorava baixinho, meu bacamarte impiedoso decorava-se agora de rubro. Sinto algo a subir por mim pernas acima. Tremo, quando um rio branco desagua na merda, retiro a minha pila mole, recupero as minhas roupas, dou um olhar de despedida, vendo uma moça a tremer toda ensanguentada pelas pernas abaixo. De regresso à tasca senti-me mal comigo mesmo, como se dois exércitos batalhassem em meu interior. Torno a bater fortemente, desta vez na porta da tasca. O taberneiro estremunhado abre-me a porta admoestando-me que a hora era tardia. Torno a subir por umas escadas desta vez de pedra. Na larga habitação, Odoacro e Fabilda abraçados estavam deitados num colchão de palha. Pouso delicadamente a lucerna que o t

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