O homem saiu da sala, me deixando sentado, ainda algemado. Meus pulsos ardiam, o corpo inteiro doía, mas nada se comparava ao que senti quando Michelle se aproximou. Ela passou a mão no meu rosto com um carinho que me deu náusea.
— Senti sua falta.
— Eu só soube recentemente que você está viva.
— Eu sei, por você eu teria morrido naquele instituto.
— Era mais fácil pra mim não pensar no que você estava passando lá.
Ela suspirou, os olhos carregados de algo que eu não consegui identificar se era