POV de Bruno
Não deu tempo de muita coisa. Quando cheguei perto de Caio, muito rápido Henrique sacou uma arma e atirou na própria cabeça, caindo na piscina, e a água ficou vermelha com o sangue dele. Tirei Caio às pressas de lá; Michelle e Giselle vieram socorrê-lo enquanto eu tratava da “limpeza”.
Caio, que já parecia traumatizado, entrou em estado de choque. Nós três decidimos juntos que seria melhor para ele ser internado em um colégio para meninos. O conselho tinha duas boas indicações das escolas onde mandavam seus filhos para serem treinados como herdeiros da máfia.
Nos três primeiros anos, Caio não quis voltar para casa nas férias e só aceitava a minha visita. Ele me via como pai. Entendia a formação da própria família e sempre soube que tinha dois pais e duas mães. Tinha dificuldade para demonstrar sentimentos e eu não forçava nada. Apenas dizia que a mãe e a tia estavam morrendo de saudades. Do quarto ano em diante, ele começou a passar as festas de fim de ano em casa, mas s