POV de Marjorie
Giselle me levou para o banheiro, me deu banho, lavou toda a sujeira que o filho dela tinha deixado. Depois que desligou o chuveiro, me deixou em pé sob o tapete e foi buscar a toalha. Eu não esbocei reação nem quando olhei no espelho e vi meu corpo cheio de chupões e mordidas. Giselle me enxugou e fingiu que não viu. Me levou de volta para o quarto e me vestiu com um pijama. Fez eu me deitar e estava me cobrindo quando Caio entrou no quarto, com os cabelos ainda úmidos e já vestido. Eu continuava sem reagir.
— Como ela está?
— Catatônica.
— Ela vai ficar bem?
— Não sei. Está há um tempo sendo tratada com drogas. Uma das cobaias não voltou nunca mais depois de um choque. O seu pai deu um tiro na própria cabeça!
Então Henrique se matou!
— Se ela não voltar nunca mais, vai ser até bom para a gente, que não vamos precisar mais drogar ela. Mas eu não gostaria disso!
— Henrique, eu te avisei que você nunca poderia ter feito isso. É errado, sujo, imoral e desumano.
— Por