POV de Marjorie
Depois das comemorações, meu pai disse que eu tinha dormido por quatro dias. Que a pancada na cabeça foi forte, mas que meu corpo estava precisando de descanso. Disse que Apolo e Bruno estavam a caminho para me explicarem tudo.
Sentei-me, e ele me ajudou a comer. Eu o olhava ainda incrédula. Estávamos vivos? Todo mundo? Não quis fazer perguntas; falei pouco, mas sorri aliviada. A única coisa que perguntei para ele depois que comi foi:
— Acabou?
— Sim, filha. Acabou!
Depois ouvi a batida na porta e vi os dois. Lindos, bem vestidos, cada um com seu charme, e meu coração falhou uma batida.
Eles entraram, sentaram ao meu lado, e meu pai saiu. Apolo foi quem falou:
— Por onde quer que eu comece?
— Você não. Bruno.
— Entendi. Você já sabe como cheguei nessa confusão, e elas não mentiram. Me apaixonei por você e achava que tinha algum poder de decidir, e, quando fui explicar que não daria sequência no plano, Caio disse que você morreria se não tivesse serventia. Então liguei