Carolina Borges
O susto foi grande. Nunca esperei ver o Fabrício trabalhando no Rio de Janeiro, muito menos tão perto de mim. Na verdade, nunca esperava vê-lo de novo, foi justamente para fugir dele que deixei Manaus. Lá, a maioria das médicas fazia plantão em vários hospitais, e ele sempre aparecia onde eu trabalhava.
Parecia que ele me perseguia, e isso me encheu de desespero. Decidi ir o mais longe que pude, mas, para meu azar, não foi suficiente. Ao ver a foto em minhas mãos, percebi que el