Eduardo Lira
Quando pousamos em Curitiba, a situação rapidamente se transformou em um pesadelo: a polícia me informou que havia um mandado contra mim por sequestro. Fui mantido por horas naquela sala, sem direito a advogado. O ódio que sinto por aquela mulher só aumentava, e a vontade de pedir ao Bruno que “sumisse” com ela parecia irresistível. Respirei fundo, contei até dez, cruzei braços e pernas, fechei os olhos e esperei.
Podem ter certeza: entrarei com uma queixa contra o modo como fui ma