Cleide Magalhães
Abracei o meu menino com carinho. Sabia que ele estava sofrendo muito.
Augusto se sentou na ponta da cama e colocou a mão sobre o ombro do nosso filho. Agora, ele compreendia que deveríamos ter vindo há mais tempo. Esperava que Henrique chorasse tudo o que precisasse naquele momento e que se abrisse comigo, sem que fosse necessário fazer perguntas.
Charles ficou parado, observando a cena. Mas eu sempre soube que meu filho jamais me expulsaria da sua casa, mesmo que, em muitos m