Renato Vega
Ao perder a nossa mãe eu já tinha um pouco mais de dez anos e estava próximo de completar os onze. Compartilhei com o nosso pai a dor da sua perda e o ajudei com as minhas irmãs gêmeas de quatro anos.
No início foi difícil e doloroso. Mas com o passar dos meses fomos nos ajustando a nossa nova realidade.
Mas nunca imaginei que dezesseis anos depois estaria agora conversando com Paulina sobre as cláusulas do seu testamento no auge dos seus vinte e dois anos.
Não nego que estava terri