Paola Vega
O desespero estava me sufocando. Meu corpo tremia nos braços de Renato, e minha mente gritava para que eu corresse até Ruslan antes que fosse tarde demais.
Ele precisava saber.
Ele precisava lutar.
— Me deixa ir até ele, por favor! — implorei, levantando o rosto banhado em lágrimas.
Renato hesitou por um segundo, mas então assentiu e me soltou.
Sem pensar duas vezes, saí em disparada pelo corredor, ignorando o peso da minha barriga e a dor latejante no peito.
Quando cheguei ao quarto