Bruno Alcântara
Chegamos à inauguração, e não vou negar: minha vontade é declarar na frente daqueles repórteres que a Carol é minha. Mas entendo o medo dela. Não é fácil se envolver com alguém que carrega um passado como o meu. Sei que ela teme pelo próprio bem-estar e, sinceramente, se algo acontecesse com ela por minha causa, eu jamais me perdoaria. Então, no fundo, ela tem razão.
Entramos juntos, e passo o braço ao redor de sua cintura. Me condenem se quiserem, mas, depois da manhã maravilho