Os dias haviam passado, Haidar havia crescido o suficiente para se comunicar como queria, se comportar e fazer amigos.
— Do que vamos brincar hoje? — Haidar se pôs à frente do tio de dezenove anos, barba feita e cabelos na altura das orelhas, caindo mechas negras pela testa.
— Que tal estudar? — Samir sorriu-lhe, olhando para o pequeno de cima. A diferença entre eles era gritante.
— Não, tio, vou para a escola estudar. Em casa, quero brincar. — respondeu o pequeno, o encarando.
— Nada mais j