Mundo de ficçãoIniciar sessãoAisha saí da Arábia Saudita para escapar de um casamento indesejado com um comerciante influênte de sua cidade em Riad para buscar sua idependência financeira. No entanto, tudo que ela encontra em um dos Emirados é outro casamento, desta vez com um Sheik, o Sheik de Abu Dhabi, Khalil.
Ler maisSamia se aproximou de Aisha; ela estava muito feliz, fazendo a amiga notar rapidamente. — Posso saber o que aconteceu? — Aisha perguntou curiosa.Samia sorriu ainda mais. — Claro! — ela tirou algo da bolsa, mostrando a Aisha.Feliz com o que estava vendo, Aisha a abraçou forte, desejando muitas bênçãos para Samia. — Por Alá, que bênção! — disse a outra emocionada, sendo quase apertada pela sheika.— Calma, eu preciso respirar ainda. — brincou, conseguindo que Aisha a soltasse, se desculpando.— Me empolguei. Por Alá! Agora você vai saber como é maravilhoso, cada sensação. — Aisha compartilhava de sua alegria.— Samuel já sabe? — perguntou curiosa, já que Khalil não dissera nada.— Não. Acabei de descobrir. — revelou Samia; em seu rosto demonstrava ansiedade.— Calma, não se preocupe, ele vai amar a notícia. — passou uma das mãos pelas costas de Samia, franzindo de leve e alisando sua roupa.— Então façamos o seguinte? — Aisha teve sua atenção.A loja estava cheia, então ela a puxou
A garota dos olhos bonitos e cabelos pretos seria mais tarde alguém na vida do filho, mas Aisha não tinha como saber no momento.Assim que o dia encerrou, o telefone de Khalil tocou. Olhando na tela, ele constatou que não era ninguém de sua agenda, mas poderia imaginar quem era, já que esta pessoa disse ter seus meios. — Emir Khalil. — falou a outra pessoa.Khalil poderia ter falado com ele pouquíssimas vezes, mas aqueles momentos foram importantes em sua vida, então ele reconheceu a voz. — Naim. Como vai? — Khalil estava calmo.— Muito bem! Obrigado por perguntar. — usou um tom de brincadeira.— Devo perguntar como conseguiu o número? — Khalil foi direto.— Isso faz muito tempo, acredito que não. Como está passando? — mudou de assunto.Aquilo era o de menos, pois o sheik tinha em mente que Naim já sabia deles há muito tempo, então havia conseguido tudo que precisasse com calma.Khalil respondeu enquanto olhava para seu escritório. — Perfeitamente aceitável. — também estava lhe p
Khalil ficou com ela por mais um tempo, sabendo que Aisha já estava dormindo naquele momento. Ele estava cômodo agora, e ela aceitou muito bem. Não era de se estranhar que ela dissesse coisas do tipo sentimental; eles quase não falavam de Hassan, não em momentos normais. Aquele não era um momento normal, mas também não era nada triste, como as muitas datas que se seguiram depois de sua perda.Na manhã seguinte, Aisha se aproximou dele. — Agora vai permitir que ele venha conhecer a todos? — ouviu sua mulher perguntar enquanto ele se arrumava.— Sim. Ele tem esse direito. — disse, concentrado no que fazia.— Concordo. — disse Aisha, fingindo que iria ajudá-lo com a camisa; quando Khalil deixou, ela abriu sua roupa, o que o fez estranhar sua ação.— Não está bom. Vou resolver! — ele concordou, acreditando que era a melhor opção.Aisha sorriu, tirou sua camisa e passou para suas calças. — Agora entendi. — um sorriso malicioso beirava os lábios dele.Aisha o puxou pelo cós de sua calça, e
Layla deixou seus lábios esticarem em um sorriso quando suas lágrimas reservadas rolaram nas pontas dos dedos dele. Ele soltou sua mão e limpou do outro lado, admirando a reação de sua amada. — Espere por mim, minha Layla! — pediu ele. Layla acenou corajosa, um novo vigor a levantava de onde ela achou estar quando ouviu a má notícia, mas agora tinha fé.Ele a amava, assim como ela o amava, então era apenas esperar por ele e tudo daria certo. Quando Layla menos esperou, sentiu algo macio e quente encontrar sua testa. Ele a abraçava e beijava sua testa; ela estava com as mãos paradas do lado do corpo, ele a prendia em seus braços com os seus que a rodeavam, agia como se tivesse permissão para fazê-lo. — Doce Layla. — murmurou depois de deixar sua testa, vendo seus olhos curiosos e surpresos encontrarem os dele; ele riu.— Você é linda! — confessou.— E é por isso que quero que me prometa que não aceitará ninguém além de mim. Que prometa que vai esperar! — parecia uma ordem.— Sim, eu p










Último capítulo