Fabrizio reprime uma gargalhada, porque, ironicamente, enquanto falam dela, Vittoria está provavelmente nos braços de outro homem.
— Bem, não é como se eu estivesse tentando matar o Vincenzo. — Fabrizio rebate, a voz baixa e carregada de ironia.
Do outro lado da linha, o silêncio se prolonga, denso e perturbador, como se cada respiração tivesse sido contida de uma só vez.
— Se você não está fazendo, então está errado. — O homem retruca, a voz explode com uma ira monstruosa, ele avança como se p