POV Aeron
O silêncio que se seguiu trouxe um zumbido agudo, perfurando os ouvidos de Aeron como uma broca de dentista. O ar dentro do celeiro havia se tornado uma sopa tóxica de pó de cimento, serragem e o cheiro acobreado de sangue fresco.
Ele ejetou o carregador da pistola. Vazio.
Sua mão foi automaticamente para o cinto, tateando em busca de uma reserva que ele sabia que não existia. A bancada de trabalho que servia de escudo estava reduzida a lascas de madeira e metal retorcido, mal cobrind