“Hadley!” Aaron chama meu nome, mas continuo andando, precisando de alguma distância momentânea dele. “Hadley!” ele repete, e posso ouvir o som pesado de seus passos na calçada atrás de mim. Eles ecoam nas paredes de concreto, confirmando o que sinto: não importa o quão longe eu vá, Aaron sempre estará lá. No pensamento. Em memória. Em tudo. Ele me arruinou para qualquer outra pessoa. Não tenho outra opção senão parar quando chego ao fim de um caminho.
"Pare de correr!" Ele ofega atrás de mim e