O relógio marcava 2h da manhã, mas Isabela não conseguia dormir. Ela estava sentada na cama do quarto de Leonardo, com os joelhos encolhidos e os braços cruzados ao redor do corpo. O peso da ameaça de Otávio pressionava seu peito como um ferro em brasa.
Leonardo, por outro lado, estava de pé ao lado da janela, segurando um copo de uísque. Seu maxilar estava trincado, e seu olhar fixo na cidade iluminada mostrava que sua mente trabalhava a mil.
— Ele não vai machucá-la... — Ele disse, mais para