— Vovó! — Gritei. As lágrimas de alívio escorreram pelo meu rosto.
Ela abriu os braços, me envolvendo em um abraço protetor. Seu cheiro familiar, que era ervas lunares e sabedoria, me cercou como um escudo.
— Minha querida Olivia, você está bem? — Ela perguntou. Suas mãos envelhecidas examinaram meu rosto com delicadeza.
— Estou bem. — Garanti, embora minhas costas gritassem de dor. As lágrimas encheram meus olhos enquanto uma enxurrada de perguntas saía. — Vovó, quando você acordou? Por que