Havenna acordou antes do despertador, como vinha acontecendo há dias.
Não por ansiedade, mas porque o sono já não se aprofundava o suficiente para mantê-la ali.
Ficou deitada, olhando o teto, contando as respirações de Adrian ao lado. Ele dormia pesado, exausto de dias longos no hospital, o corpo finalmente entregue a um descanso legítimo.
Observá-lo assim provocava algo desconfortável. Não desejo. Não saudade.
Culpa.
Culpa por estar ali, naquele presente possível, carregando algo que ele ainda