Havenna acordou com a sensação de estar atrasada para algo que não tinha hora marcada.
Não era ansiedade comum. Não era pressa. Era um estado de alerta baixo, contínuo, como se o corpo estivesse tentando avisá-la de que algo já tinha começado, mesmo sem anúncio formal.
A manhã entrou pela janela sem delicadeza. Clara demais. Silenciosa demais. Ela ficou deitada alguns segundos a mais do que o habitual, observando o teto, contando a própria respiração até que o coração retomasse um ritmo aceitáv