Chovia quando Adrian estacionou em frente à casa de Havenna.
Não era uma chuva violenta. Era contínua. Persistente. Daquelas que não dão trégua, mas também não fazem barulho suficiente para servir de distração. Ele ficou alguns segundos dentro do carro, as mãos apoiadas no volante, a testa inclinada para frente, como se o corpo ainda estivesse tentando entender em que ponto exatamente tinha se partido.
Não trouxe palavras organizadas. Trouxe apenas o peso inteiro do dia.
Havenna abriu a porta a