Nada parecia fora do lugar, mas nada se encaixava por completo. Lívia passou a tarde com as mãos sobre a barriga de vinte e quatro semanas de gestação. O bebê mexera pouco, era normal, ela sabia, mas a cabeça dela não ajudava.
No final da tarde, Adrian chegou com flores. Ela sorriu.
— São lindas.
Ele sorriu também. Um sorriso torto, que parecia pedir desculpas e permissão ao mesmo tempo.
— Você está feliz, Adrian? — ela perguntou, do nada.
Ele congelou.
— O quê?
— Feliz, comigo. Com a gente. Co