Havenna entrou em casa com passos apressados, quase tropeçando no próprio ar. O coração batia tão alto que parecia ecoar nas paredes. Ela encostou a porta, não chegou a trancá-la, só pressionou a mão contra a madeira, como se assim pudesse manter o mundo do lado de fora.
Mas o mundo tinha a voz dele. A insistência e a respiração dele.
Segundos depois, três batidas suaves tocaram a porta. Não exigiam. Não pressionavam. Só reconheciam.
— Havenna — a voz dele falhou — eu estou me desfazendo por de