A mata atlântica ao redor da Mina Esperança era densa e úmida. Arantes corria — ou tentava correr — tropeçando em raízes e rasgando seu terno italiano nos espinhos. Ele ofegava como um motor velho prestes a fundir. Beto C4 ia à frente, movendo-se com a agilidade de quem já fugiu da polícia muitas vezes. — Espere! — Arantes gritou, segurando o peito. — Não consigo… preciso descansar.
Beto parou e olhou para trás. Ele ouviu o som de cães latindo ao longe. A equipe de segurança da Regenera estava