Mundo de ficçãoIniciar sessãoAs horas na sala de espera se arrastaram como uma eternidade dolorosa. O relógio na parede branca tiquetaqueava num ritmo monótono, marcando cada segundo em que o coração da minha mãe lutava para continuar batendo.
A madrugada chegou trazendo um silêncio pesado ao hospital. A maioria das famílias já tinha ido embora ou dormia desconfortavelmente nas cadeiras de plástico. Eu continuava acordada, os olhos ardendo de cansaço e choro contido, encarando a porta da UTI como se minha vontade







