(POV DE JÚLIA MONTSERRAT)
Eu estava submersa no nada.
A escuridão não era apenas um vazio; era um peso físico, gélido e opressor.
O meu corpo, estraçalhado pela transformação incompleta de apenas uma hora atrás, tentava se reconstruir no silêncio.
Eu não deveria ter acordado.
O meu despertar fora errado. Doloroso. Uma heresia contra as leis da natureza lupina porque não fora o meu companheiro, o dono da minha marca negada, quem me trouxera à vida. Fora Dante.
A marca dele no meu pescoço ainda q