JULIAN BLACKWOOD
O som da batida eletrônica na Lumière vibrava dentro do meu peito, mas nem todo aquele barulho trazia a anestesia que eu buscava. Marcus e outros dois amigos de longa data brindavam com garrafas de cristal que custavam mais do que o salário anual de um trabalhador comum. Para eles, era uma festa; para mim, era o começo do fim.
— À última noite de liberdade do solteiro mais cobiçado — e agora, oficialmente fora do mercado de Nova York! — exclamou Marcus, erguendo o copo com um