Nathan Keen
Levantei antes dela e pedi nosso café da manhã para o quarto. O relógio já marcava mais de onze da manhã. Eu deveria estar trabalhando, mas, sinceramente, não estava nem um pouco disposto. Coloquei gente capaz para resolver o que fosse preciso. Hoje, eu queria outra coisa.
Bastava lembrar que Valentina estava nua na minha cama para meu corpo reagir de novo.
Impossível não querer estar dentro dela outra vez. Aquela boceta apertada, quente, deliciosa… e, por algum motivo, agora eu só conseguia pensar nela como exclusivamente minha.
Às vezes, olho para ela e tenho vontade de conferir se os documentos são verdadeiros. Vinte e cinco anos? Parece mais nova. Inocente demais. Tive que ensinar cada movimento quando ela sentou em cima de mim, orientar passo a passo como cavalgar, porque ela realmente não sabia o que fazer.
Claro que não sabia. Nunca tinha transado. Mas, com essa idade, tem amigas que com certeza contam tudo, detalham as noites, falam de homens, posições…
Os meus ami