Aiko:
— Pelo menos a Taiga-san está bem — abro um sorriso fraco, lembrando da ligação que ele fez para o veterinário quando estávamos a caminho do prédio.
— E você não está nada bem — acaricia minha bochecha.
— Sabe o que é pior? — olho para a bagunça da minha casa. — Quando eu estava na escola, era sempre invejada por tirar as maiores notas — abro um sorriso sem emoção. — Eu adorava o sorriso do meu pai quando via que eu ficava sempre em primeiro lugar no colégio.
— Você devia ser bem famosa e