Aiko:
— Pelo menos a Taiga-san está bem — abro um sorriso fraco, lembrando da ligação que ele fez para o veterinário quando estávamos a caminho do prédio.
— E você não está nada bem — acaricia minha bochecha.
— Sabe o que é pior? — olho para a bagunça da minha casa. — Quando eu estava na escola, era sempre invejada por tirar as maiores notas — abro um sorriso sem emoção. — Eu adorava o sorriso do meu pai quando via que eu ficava sempre em primeiro lugar no colégio.
— Você devia ser bem famosa entre as alunas — se senta no chão, escorando as costas no sofá, e me puxa para me sentar de lado no seu colo.
Por gostar desse contato, apoio a cabeça no seu peito, enquanto ouço o coração do homem que amo bater.
— E era — solto um suspiro. — Sempre ouvia dos professores que eu teria um futuro brilhante... mas, se eu soubesse o que ia me custar... não teria me esforçado tanto.
Uma lágrima cai na minha bochecha, e eu me aconchego ainda mais nos braços fortes do meu protetor.
— Eu preferiria ser a