Aiko:
— Taiga-san — choro no peito do Domenico, lembrando-me de ver minha gatinha ensanguentada.
— Eu já pedi para um dos caras levá-la ao veterinário — ele me tranquiliza. — Mas o seu apartamento está detonado.
Franzo as sobrancelhas, sem entender.
— O cara quebrou até a porta.
Solto um longo suspiro, mas nem isso tira a minha paz.
O meu maior medo ia se concretizar e, se não fosse pelo Domenico, sabe-se lá o que Tatsuya Kenjiro teria feito comigo.
Eu sempre tive medo dele. Sempre pensei que,