Domenico:
Explicando o que as garotas têm que fazer, levo-a para o meu carro, mas ela recua assim que vê a Jaguar.
— Eu vou com você? — estranha.
— Mas é claro que você vai comigo — abro a porta pra ela. — Nós vamos ter que passar na sua casa para escolher a roupa. Nós vamos juntos e voltamos juntos. Eu disse que ia te ajudar.
Com um sorriso doce nos lábios, o rosto de Aiko cora de um jeito muito lindo e, mesmo com vergonha, ela se aproxima para entrar no carro.
— Eu não acredito nisso — um bêbado para perto da gente. — Você disse que não fazia esse tipo de trabalho...
Mal se aguentando em pé, o cara praticamente cai em cima da Aiko, e eu o empurro, jogando-o no chão.
— E ela não faz — toco nas costas da médica. — Se tentar tocar nela de novo, não será apenas uma queda.
— Você sabe quem eu sou?
O cara começa a chamar atenção. Eu conduzo minha presa a se sentar no veículo e fecho a porta para ela não ter que lidar com isso.
Sinceramente, não sei o motivo de a Aiko se sujeitar a isso. E