Ele balançou a cabeça, incrédulo.
— Você não pode me obrigar. Não é assim que funciona.
— Você é meu marido. — Ela se sentou na cama, a camisola escorregando levemente pelo ombro. — Se não for você, vai ser quem?
O silêncio que se instalou foi pesado.
Ele respirou fundo antes de responder.
— Se fosse ao contrário, se eu estivesse forçando você, isso teria outro nome. Estupro conjugal, já ouviu falar?
Ela arregalou os olhos, horrorizada.
— Só pode estar brincando. — Levantou-se da cama, furiosa.