— Agora é só um covarde traidor.
Apontei a arma para ele de novo.
— Saia daqui. Agora. Antes que eu atire.
— Vicent... o que vai fazer com ela?
ele gaguejou.
— Sai porra!
berrei.
Ele recuou, saindo do quarto sem olhar para trás.
Fiquei ali, encarando a mulher encolhida na cama, agarrada ao edredom.
O olhar dela era de medo.
Covarde. Suja.
Ela me ameaçou antes de eu viajar... disse que eu me arrependeria de deixá-la sozinha.
E ela cumpriu.
Cumpriu a maldita ameaça.