Eu a mordia. Sussurrava coisas no ouvido. Sentia ela vibrar sob meus toques.
— Você me enlouquece, Laura.
— Então para de se controlar.
Naquela tarde, naquela sala, eu não era mais só o advogado renomado, o pai cuidadoso, o homem racional. Eu era dela. Completamente.
E ela era minha.
Ainda era. Sempre seria.
Mesmo com Apollo chutando em meio ao nosso fogo. Ele sabia: o amor dele começou ali no meio da paixão bruta, da entrega crua e do carinho escondido nas entrelinhas.
A gente ai