Eu ia falar mais, mas ele não deixou.
— Não pensa nisso agora. Eu vou dar um jeito.
Suspirei, tocando o rosto dele.
— Confie em mim… se ele soltar aquela merda de vídeo, quem vai preso sou eu, depois de acabar com a raça dele.
disse, com um sorriso perverso.
— Eu confio.
respondi.
Ele moveu o polegar para minha boca, me provocando.
— Perversa! Vou te fazer esquecer essa merda.
murmurou, me tomando em outro beijo insano.
No outro dia acordei cedo.
Vicenzo ainda dormia prof