Ele caminha devagar, mas com uma determinação que me apavora, vindo em minha direção. Seus olhos estão fixos nos meus, como se ele pudesse ler cada pensamento impuro que atravessa minha mente. Ele deve estar acostumado a ter o mundo aos seus pés, mas comigo... comigo será diferente. Precisa ser.
— Pare já aí, seu psicopata do cacete! — grito, a voz falhando um pouco. — Seu Satã disfarçado de noivo! Você passou a vida cercado por essa família medíocre e agora acha que pode entrar aqui e exigir o