A noite prossegue e o jantar é servido. A mesa é longa, adornada com prataria de família e arranjos florais exuberantes. Ocupo meu lugar entre Átila e meu pai, sentindo o peso da história em cada centímetro desta sala. A conversa flui, mas é uma dança cuidadosa. Falamos sobre negócios, sobre as fundações de caridade de minha mãe, sobre o crescimento dos meninos. Evitamos o nome de Elena como se fosse uma ferida aberta, até que minha mãe, Leila, se inclina para mim, seus olhos brilhando com uma