Átila
Acordo com o primeiro raio de sol que se atreve a entrar pela fresta da cortina, o dia ainda nascendo em tons de azul e dourado sobre o mar Egeu. Mas não há paz no meu despertar. Uma inquietude persistente, uma espécie de eletricidade estática na alma, me impede de permanecer na cama. É mais um dia imerso no silêncio ensurdecedor que reina entre Sasha e eu, um silêncio pesado, carregado de todas as palavras que morrem em nossas gargantas e de todos os sentimentos que nos recusamos a admit