Uma prisioneira do meu próprio ódio, e o carcereiro é o único homem que me faz sentir viva.
Sasha
A manhã de terça-feira mal começa e eu já sinto o peso invisível do dia me esmagando contra o chão de mármore desta mansão. Cada passo que dou por esses corredores amplos e silenciosos é calculado, cuidadoso, como se eu estivesse pisando em ovos ou atravessando um campo minado. Tento desesperadamente me concentrar em Leo, em suas necessidades básicas, em ajudar Eleni com alguma tarefa irrelevante na cozinha, qualquer coisa que sirva de âncora para a minha sanidade. Mas a presença de Átila