Nayole Akello
Era meu último dia de férias. O sol da manhã deslizava suavemente pelas cortinas do quarto de Simba, banhando tudo com uma luminosidade dourada. A brisa fresca do interior de Malmö trazia consigo o perfume das flores silvestres, um contraste com o aroma marcado de fumaça e concreto que eu amava, mas que também cansava. Arrumar minhas coisas sentia-se como um ritual sagrado: cada peça de roupa cuidadosamente dobrada era uma despedida do que poderia ser um descanso mais longo.
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