Ainda na forma de lobo, abracei a minha ômega, envolvendo todo o seu corpo pequeno com o meu. O meu pau enfiado até o talo, com a base ainda inchada pelo nó. A sensação era de completude. Eu queria que ficássemos daquele jeito para sempre, mas, infelizmente, a vida exigia que eu agisse como um ser adulto e racional e não apenas como um pênis ambulante.
A lobinha ômega mal conseguia se mexer com o peso do meu corpo, mas seguia lambendo as minhas patas como forma de carinho.
E… marcando-me com a