O som que me trouxe de volta da inconsciência não foi o dos tambores, mas o do meu próprio sangue borbulhando na ferida da clavícula. A visão era uma névoa espessa, recortada pelas frestas de luz alaranjada dos incêndios que consumiam o nível inferior do baluarte. O teto desabado criara um túmulo de granito e poeira rúnica, onde o ar tinha gosto de cal e morte.
Tentei mover meu braço esquerdo. A dor foi um chicote em brasa que disparou da palma da minha mão rasgada diretamente para o peito, par