Era como negar pra mim mesmo.
Como fugir de algo que, no fundo, eu já sabia que estava ali.
Em todas aquelas noites vazias, nas mulheres que eu tocava sem vontade, sem conexão — era ela que eu procurava.
Maria Vitória.
Estava sexy.
Deliciosamente provocante naquela peça íntima preta, mínima, que mal cobria suas curvas.
E por mais que eu fosse um cirurgião acostumado a corpos moldados à perfeição, nenhum deles me atraía como o dela.
Natural.
Instintivo.
Brutalmente lindo.
— Alexandre, por