Parte 116...
Mateo
Quando abri a porta, ouvi um barulho de vidro sendo quebrado, depois outro. Acelerei o passo pelo corredor. Os funcionários estavam parados do lado de fora da sala de reuniões, sem coragem de entrar.
Empurrei a porta. Meu tio estava no meio da sala. Uma cadeira caída e pastas espalhadas pelo chão. Um porta-retratos havia sido arremessado contra a parede. Os cacos de vidro ainda escorregavam pelo piso.
Helena permanecia de pé perto da mesa principal, com os braços cruzados e a